Câmara integra grupo de trabalho que discute solução na regularidade do atendimento da Maternidade Santa Helena


A Câmara Municipal de Ilhéus integra o grupo de trabalho que busca diálogo e soluções para o efetivo funcionamento da Maternidade Santa Helena em Ilhéus, que, segundo a Santa Casa de Misericórdia, sua mantenedora, passa por dificuldades financeiras. Os vereadores Fabrício Nascimento e Paulo Carqueija participaram de uma reunião com o Ministério Público, representações da Prefeitura e da instituição hospitalar, com o objetivo de buscar alternativas que viabilizem a regularidade no funcionamento da unidade hospitalar. Os parlamentares lamentam que, logo no início do ano, tenha havido a suspensão do atendimento na Maternidade Santa Helena, causando sérios transtornos à população.

Fisioterapeuta e servidor da Santa Casa, o vereador Fabrício Nascimento disse que é dever da Câmara cobrar que o fato não se repita, já que as grandes prejudicadas com as interrupções são as gestantes que residem em Ilhéus e não podem contar com a assistência quando mais precisam. “Foram seis dias sem atendimento. Isso não pode mais acontecer. Mas é preciso frisar que este é um problema que vem se agravando desde nos últimos anos, desde quando a Santa Casa admitiu que o valor recebido pelos procedimentos não é suficiente para cobrir os custos operacionais”, afirmou. A direção da SCMI alega que o fato foi agravado com o fechamento do Hospital Geral Luiz Viana Filho.

Nova fase

Ex-presidente da Comissão de Saúde na Câmara, Paulo Carqueija disse que o Poder Legislativo deve – e vai – participar dos debates como instrumento importante para viabilizar o entendimento entre Prefeitura e Santa Casa. A presença dos vereadores neste grupo de trabalho, de acordo com o presidente Jerbson Moraes, fortalece este início de um novo mandato, com a Câmara presente e com voz nas principais discussões coletivas sobre os problemas vivenciados pela cidade.

Entenda o caso

Com o fechamento do Hospital Geral Luiz Viana Filho, o Estado, através da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia prometeu repassar uma verba de Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC), no valor de R$ 175 mil para a Santa Casa. O Estado, entretanto, não efetuou esse repasse e o município assumiu o repasse com recursos próprios até setembro do ano passado.

Segundo os seus dirigentes, a Maternidade é deficitária e para mantê-la a Santa Casa tem que deslocar recursos que deveriam ser aplicados em outros serviços. Isso pesa no déficit mensal da maternidade que alcança a cifra de mais de R$ 200 mil. Sobre a interrupção no atendimento, no início deste ano, a direção informa que não foi decorrente apenas do atraso dos pagamentos dos salários dos médicos. Mas que três pediatras e dois obstetras tiveram afastamento temporário e a maternidade não conseguiu substitutos em tempo hábil, muito por conta dos salários atrasados.

A Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus ainda alega existir duas competências, referentes aos meses de maio e outubro de 2020, não pagas pela Secretaria de Saúde. O secretario de Saúde do Município, Geraldo Magela, anunciou que vai pedir ao Conselho Municipal de Saúde autorização para pagar os valores e para a realização de um processo seletivo para contratação provisório de pediatras e obstetras, os quais seriam encaminhados para a Maternidade até a data da inauguração e funcionamento do Hospital Materno-Neonatal, que deverá ocorrer no mês de abril deste ano.

Vacinação no Brasil começa às 10h da próxima quarta, diz Ministério da Saúde


 

O ministro também informou aos prefeitos que o governo conta com 50 milhões de doses da Sputnik V.

Um avião da companhia aérea Azul vai decolar hoje (14) para a Índia, de onde retornará ao Brasil com dois milhões de doses da vacina contra a covid-19, informou o Ministério da Saúde. 

A aeronave sairá do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), às 13h, com destino a Recife. Após a escala, partirá direto para a cidade indiana de Mumbai. As vacinas estão previstas para chegar ao Brasil no próximo sábado (16). O avião pousará no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro.

Ao chegar, as vacinas aguardarão o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que se reunirá no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial, apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o sinal verde da Anvisa, para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita.

Em reunião com prefeitos, na manhã de hoje (14), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que a pasta já tem uma data para dar início à vacinação no Brasil: dia 20 de janeiro, quarta-feira, às 10h. A informação é da jornalista Débora Cademartori, da Rádio Gaúcha. Segundo o cronograma, o evento será marcado para a véspera, no Palácio do Planalto, para dar início à imunização.

O ministro também informou aos prefeitos que o governo conta com 50 milhões de doses da Sputnik V, totalizando 400 milhões de doses no país neste ano.

De acordo com Pazuello, a autorização de uso emergencial das vacinas CoronaVac e Oxford deve sair neste sábado (16). Na segunda (18), as doses devem chegar aos estados.

Mega-Sena sai para apostador da Bahia


Mega Sena.

Um apostador de Serrinha, na Bahia, acertou as seis dezenas do Concurso 2.334 da Mega-Sena, realizado nessa quarta-feira (13), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. Ele vai receber R$ 11.854.874,71.

Os números sorteados foram 04, 13, 20, 22, 25, 60. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no sábado (16), é de R$ 13 milhões.

A quina teve 66 ganhadores, com prêmio individual de R$ 34.602,68. Foram 4.609 apostas ganhadoras da quadra, e o prêmio para cada uma é R$ 707,86.

As apostas na Mega-Sena podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Caminhoneiros convocam nova assembleia para se mobilizar por greve


A paralisação dos caminhoneiros. Foto arquivo de Leonardo Benassatto/Reuters.

Caminhoneiros autônomos de todo o país marcaram uma nova assembleia, sem ainda data definida, para tentar angariar apoio e definir as pautas de uma nova greve nacional que vem sendo articulada pela categoria para o dia 1º de fevereiro.

Na reunião online, na noite dessa quarta-feira (13/1), com cerca de 50 lideranças dos caminhoneiros, foi discutida uma pauta que vai desde manifestações contra o projeto BR do Mar (que incentiva a navegação pela costa brasileira) ao piso mínimo do frete e reclamações contra a política de preços de combustíveis.

O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) manteve a convocação para a greve em 1º de fevereiro. O presidente da entidade, Plínio Dias, afirmou que a definição da pauta é importante para colocar na mesa e ser chamado para diálogo com os órgãos responsáveis. “Até agora não fomos recebidos pelo governo, por isso a paralisação”, explicou ele aos demais motoristas.

Informações Correio Braziliense.

Bahia tem estoque de 10,2 milhões de seringas e agulhas para vacinação contra a Covid-19


O Ministério da Saúde errou ao informar o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o quantitativo de seringas e agulhas em estoque nos estados brasileiros. O documento elaborado pelo Ministério e endereçado ao ministro Ricardo Lewandowski cita apenas 232 mil seringas na Bahia.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) esclareceu nesta quinta-feira(14), que possui 10,2 milhões de seringas e agulhas em estoque para a vacinação contra o coronavírus (Covid-19). Adicionalmente, foram adquiridas 19,8 milhões de seringas e agulhas, com a entrega de 4 milhões nos próximos 15 dias, 4 milhões em fevereiro e o restante nos meses de abril, maio e junho. Este quantitativo é mais do que suficiente para a imunização dos grupos prioritários da campanha de vacinação e se contrapõe a informação equivocada do Ministério da Saúde enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A Bahia e demais estados afetados pela informação equivocada do Ministério da Saúde aguardam uma retificação sobre o assunto ainda nesta quinta-feira (14).

Secretaria da Educação do Estado da Bahia reitera pedido ao MEC para adiamento das provas do ENEM


Foto ilustrativa.

 

Nesta quarta-feira (13/01), a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) reiterou, por meio de Ofício, encaminhado ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), o pedido de adiamento da aplicação da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Segundo o Ofício, assinado pelo secretário da Educação do Estado, Jerônimo Rodrigues, “a reiteração deste pedido se baseia no direito à vida, visto como paradigma técnico para as operações que envolvem escolas, governos, famílias e formação de pessoas. Por isso mesmo qualquer ato, evento ou episódio deve ser levado em conta esse direito essencial. ”

Ainda no documento, a SEC destaca que os protocolos enviados pelo INEP em Ofício, referente à primeira solicitação, “são necessárias, mas insuficientes para as especificidades do caso em tela: o deslocamento dos inscritos, de mais de 256 municípios, do total de 417 municípios da Bahia, para os 161 onde serão aplicadas as provas; o contato entre participantes nos minutos que antecedem o início das provas; as salas que terão um número de estudantes acima de manter a capacidade de manter o distanciamento necessário; associada ao receio de contaminação das diversas famílias e estudantes”.

Portas que se fecham, vidas ceifadas.


Por Sebastião Maciel Costa.

Na história humana há registros de que atitudes individuais que se propagam no tempo e no espaço tornam os caminhos definitivos. O agir faz parte do sentido da vida, como as consequências fazem parte do legado de todos e de cada um.

Século XXI, palco de constatação de grandes conquistas que vão do analógico ao digital, do que vale ao que não vale, do correto ao politicamente correto, do que forma ao que deforma… Para juntar as pontas de um processo em formação, todas as gerações que tiveram acesso ao conhecimento, o fizeram em espaços sistematicamente preparados para orientar, induzir, mostrar, instigar, negociar, ensinar e aprender firmando alianças e compromissos que conduzem os fios que serão tecidos entre si para dar forma ao homem do hoje, preocupados com homem do porvir.

Se o ser humano, no seu processo de formação precisa abrir trilhas que serão caminhos de vida, no meio deste caminho está a ESCOLA. Considerando que a escola é porta para o mundo o que há de se esperar de quem não tem como seguir? Lá no lendário “Alice no país das maravilhas”, em uma conversa da personagem principal com o seu gato há um diálogo: -amigo, me leva daqui, o gato pergunta para onde ela pretende ir. Enfadada, desencantada responde: – para qualquer lugar!… O gato ri e retruca: Amiga, para quem não tem onde chegar, não precisa de caminhos”. A ESCOLA É CAMINHO DE VIDA. É PATRIMÔNIO INALIENÁVEL. Se “a criança de estuda pode ser considerada um aprendiz em labor, o estudo é o “trabalhado” da criança saudável que se desafia a cada aula, a cada lição entendida, a cada chegada ao topo do compromisso assumido e correspondido. E as famílias sabem quão importante é a relação escola -professor-aluno. É ali que tudo se articula, se projeta, cria raízes que serão asas logo ali, no futuro de cada criança. Pergunte a qualquer criança se ela está feliz fora da escola. A RESPOSTA é tudo o que deve nos mover de volta à sala de aula; pergunte a um professor se ele está feliz diante da “proibição” de tecer o seu mister. A RESPOSTA por si mesma nos leva à escola aberta já.

Diante de tudo o que vivemos em 2020, encontramo-nos numa encruzilhada: Escola fechada, futuro imprevisível, descaminho à vista. Quais as justificativas para a escola está fechada? Nada pôde parar, bancos, comércio, indústria, trânsito, restaurantes, praias, avenidas, hotéis, clínicas, praças, cooper, academias… por que tornam-se espaços imprescindíveis à manutenção da vida?. O hoje diz isso, mas como será o amanhã?

Crianças em casa têm acesso à internet, a jogos, a lazer, a diversões… àquelas que não têm acesso a essas ferramentas têm o isolamento, à rotina, ao tédio, ao stress, à rua, sem rumo.

Pais esclarecidos e abastados precisam trabalhar para o sustento da família ou manutenção patrimonial, mas não foram talhados para sistematizar conhecimentos; pais educam, professores ensinam. Pais mais simples e com menos recursos, precisam trabalhar, não disponibilizam de ferramentas tecnológicas, não sabem “ensinar” porque não aprenderam a ensinar.

Ora, em resumo, os fundamentos para a manutenção da escola em pleno funcionamento precisam ser respeitados, precisam ser garantidos pelo Estado. “Toda criança tem direito à educação de qualidade…” Quem definiu que a qualidade passa pelo colapso? E o tempo não para. Nem o mundo parou; A escola também não parou, mas o processo foi abruptamente interrompido na sua essência: o estar junto, o olhar, o sentir, o agir coletivamente.

A insensatez de fechar a porta da escola sob alegação de preservar o isolamento social da criança traz um equívoco: Para um pai médico, da linha de frente da pandemia ao voltar para casa após um árduo plantão quais as garantias de que suas crianças estarão “protegidas” para uma conversa, um abraço, uma noite de sono no mesmo ambiente? E não justifica dizer que a criança não vai saber lidar com protocolos na escola. Serão os mesmos de casa. Em qualquer lugar, ela repete as ações dos adultos: Para uma mãe que precisa ir ao mercado, à farmácia, ao Banco, ao restaurante, ao voltar para casa não trouxe riscos para as acrianças? Para uma babá que tem esposo e filhos, vem trabalhar de ônibus superlotados, como garantir que as crianças de quem ela cuida, estejam protegidas?

Ou reabrem as escolas ou estaremos cometendo um crime contra a vida. Não haverá tempo para repor o prejuízo, serão gerações castradas na sua essência de formação. Que sejam reavaliados os protocolos, que sejam avaliados os fatos, que sejam tomadas providências urgentes! Que acordemos Academias de letras, Direção de escolas, conselhos de educação, clubes de serviço, maçonaria, igrejas, sociedade organizada, professores, pais de família… chega de protelar, chega de adiamentos. Se ficar em casa, pode pegar; se sair de casa, pode pegar; se não for estudar, pode pegar; se for estudar, pode pegar; se aprender e pegar, pode se defender porque aprendeu a se defender, a lutar, a crescer, a vencer. Vençamos juntos: família e escola, em nome da vida. Afinal, a quem interessa a escola fechada?

Artigo do professor Sebastião Maciel Costa.

Obras do Porto Sul impulsionam economia no sul da Bahia


Por Daniel Thame.

O início da implantação do Porto Sul com a instalação do canteiro de obras e a construção da ponte sobre o Rio Almada, que dará acesso à retro área de armazenagem de minérios, está impulsionando o surgimento de novos negócios em localidades próximas ao empreendimento, no Litoral Norte de Ilhéus. São lojas de materiais de construção, mercados, padarias, restaurantes e outras, que estão sendo abertos e ampliados, além do aquecimento do setor imobiliário.

Wellington Araujo, proprietário de uma loja de materiais para construção na Vila Juerana é um exemplo desse otimismo. Após o início das obras, ele começou a ampliar e modernizar a empresa e já contratou 15 novos funcionários. “Tem muita gente chegando de olho nas novas oportunidades, casas sendo alugadas, restaurantes abertos, enfim, há um clima de otimismo, porque não vamos depender só do movimento do verão e dos feriados. Estou muito otimista e sei que o Porto Sul vai impactar”, afirma.

Nilza Barbosa, também proprietária de uma loja de matérias de construção destaca que “já sentimos uma melhora no movimento, com muita gente construindo ou reformando residências tanto que planejo ampliar a empresa esse ano”, destaca.

Diego Souza Santos, que teve que encerrar as atividades de uma escola infantil no bairro Malhado por conta da pandemia da Covid 19, enxergou uma nova oportunidade e abriu um mercadinho às margens da Rodovia Ilhéus-Itacaré. Segundo ele, “para o comércio é excelente, porque haverá aumento do consumo com a renda gerada pelos empregos na obra. As pessoas aqui estão bastante otimistas”.

Carine Lima abriu com a irmã uma padaria na Vila Juerana, e diz que “o movimento está crescendo bastante e com o avanço das obras já pensamos em ampliar o negócio e contratar mais funcionários. Você observa as pessoas dispostas a investir porque o porto está se tornando realidade”. Proprietário de um restaurante/pizzaria na Vila Juerana, Adilson José dos Santos, conhecido como Le Chef, afirma que “com as obras e a implantação do Porto Sul a tendência é aumentar o movimento, porque haverá maior circulação de pessoas”, deixando de depender da sazonalidade do negócio e garantindo clientes durante todo o ano.

Luzimar Souza, que trabalha com aluguel de imóveis já observa uma mudança de tendência. “Antes a gente alugava imóveis por temporada, em períodos curtos. Após o início das obras, já existe procura por aluguel fixo, por um ano, além do preço dos terrenos e casas, que estão valorizando muito. Após a visita do governador Rui Costa e o início das obras, a demanda cresceu muito. O Porto Sul vai dar um impulso muito grande à economia regional”.

PORTO SUL

O Porto Sul é um investimento realizado pelo Governo do Estado e pela Bahia Mineração (Bamin), que conta com recursos de R$ 2,5 bilhões. A obra irá gerar 400 empregos diretos quando alcançar o pico, e outros 1.200 postos de trabalho indiretos.

As obras iniciais do Porto Sul devem ser concluídas em abril de 2022, que representa o sistema viário interno com ligação a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol). Nesta etapa da obra serão construídas vias, instalação de sinalização, pontes, implantação de redes elétrica e de água, entre outras ações. Concluída essa fase, será iniciada a construção e desenvolvimento da estrutura do empreendimento.

O empreendimento, que já possui todas as licenças ambientais necessárias para a evolução da obra, será fundamental para o escoamento da produção de minérios e de grãos, criando um sistema intermodal que incluirá um Polo de Logística.
“O conjunto logístico da Fiol com o Porto Sul é um dos mais importantes investimentos em infraestrutura de integração econômica feita na Bahia nas últimas décadas. Além de movimentar a região, vai facilitar a chegada de insumos e possibilitar o escoamento da produção baiana em condições melhores e mais rápidas”, afirma José Carlos Valle, coordenador dos projetos na Casa Civil do Estado.

Nota de Pesar


Odilon Pinto.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia e a Associação Baiana de Imprensa (ABI) Seccional Sul lamentam profundamente o falecimento do jornalista, radialista, professor universitário e escritor Odilon Pinto de Mesquita Filho, 72 anos, ocorrido no início da noite desta quarta-feira, 13 de janeiro, em Itabuna, vítima de infarto. Odilon foi um dos grandes profissionais da história da comunicação grapiúna e também servidor público pela Ceplac. Durante anos, apresentou um programa rural na Radio Jornal de Itabuna, que teve como grande sucesso o quadro “Vida na Roça”, em que narrava de forma dramatizada histórias enviadas pelos ouvintes. O quadro deu origem à coluna “Coisas da Vida”, publicada no jornal Diário Bahia e transformada em livro editado pela Via Litterarum. Odilon Pinto deixa um exemplo de ética, companheirismo, seriedade e amor à profissão, legado para as atuais e futuras gerações de jornalistas e radialistas.

Aos parentes, amigos, colegas de imprensa e familiares, externamos nossos sentimentos de solidariedade.

Itabuna, 13 de janeiro de 2021.

As Diretorias

Ilhéus estrutura plano de vacinação contra a Covid-19


A secretaria de Saúde (Sesau) da Prefeitura de Ilhéus, com o objetivo de preparar o município para a imunização contra a Covid-19, estruturou o plano municipal de vacinação. Os setores de Imunização, Vigilância em Saúde e Atenção Básica da Sesau, em reunião administrativa, já estão se organizando para a campanha, que vai acontecer em período definido pelo Ministério da Saúde.

De acordo com as informações repassadas pelo secretário municipal de Saúde, Geraldo Magela, o Plano Municipal de Vacinação já está pronto e será executado em 4 etapas. A 1ª fase abrange a população prioritária para imunização, como os trabalhadores da saúde; pessoas com 80 anos ou mais, de 75 a 79 anos, 60 anos ou mais institucionalizadas; e indígenas. Um total estimado de 29.632 doses para a 1ª fase, com duas doses para cada usuário.

Na 2ª fase da vacina contra o coronavírus, estão as pessoas de 70 a 74 anos, de 65 a 69 anos e de 60 a 64 anos. Nessa etapa, estima-se 31.062 doses, sendo duas doses para cada usuário.

Para a 3ª fase, a Sesau estipulou 16.494 doses para pessoas com comorbidades num esquema também de duas dosagens. Para a 4ª fase, entram os professores de nível básico e superior; forças de segurança e salvamento; e funcionários do sistema prisional, totalizando 6.956 doses.

“Com a determinação do Prefeito Mário Alexandre, organizamos o plano municipal da vacina contra a Covid-19 para a imunização dos ilheenses. Os grupos previstos são preliminares, passíveis de alteração, a depender das indicações da vacina da Anvisa, assim como as possíveis contraindicações. Há outros grupos populacionais prioritários a serem incluídos nas fases apresentadas conforme a disponibilidade das vacinas e estratégia de vacinação”, explicou o titular da saúde, Geraldo Magela.