Ilhéus: Professora e caminhoneiro morrem em acidente


Eliane de Matos era coordenadora do IF Baiano de Uruçuca

Um grave acidente aconteceu na noite deste sábado (3)  próximo ao Salobrinho, em Ilhéus.

Duas pessoas morreram, uma delas identificada como a  professora Eliane de Matos Pereira, de 54 anos. Já a segunda vítima foi reconhecida apenas pelo apelido “Joca”.

Segundo informações policiais, houve uma colisão entre um veículo Peugeot e outro carro não identificado.

Para retirar os corpos das ferragens foi necessário acionar o Corpo de Bombeiros de Itabuna. ( Informações do Portal Sul da Bahia )

Marcos Valério se isola após se dispor a fazer revelações que atingiriam Lula


Marcos Valério Fernandes de Souza vive com medo, teme se tornar “arquivo morto”, dizem as poucas pessoas ainda próximas do empresário condenado a 40 anos de prisão no julgamento do mensalão. Desde que entrou no Supremo Tribunal Federal com um pedido de delação premiada – quando o réu oferece mais informações sobre crimes em troca de benefícios -, o “homem-bomba” que promete levar à Justiça novas revelações sobre o escândalo capazes de atingir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva raramente deixa o flat para onde se mudou sozinho há pouco mais de um mês. Quando o faz, usa um carro blindado. Também passou a ser acompanhado por um segurança, assim como a sua mulher, Renilda Santiago.

Documento com pedido de proteção e delação premiada de Marcos Valério é mantido em sigilo Pena parcial de sócio de Marcos Valério já chega a 14 anos de prisão Punição de Valério sinaliza que pena de Dirceu também poderá ser alta Oposição pedirá investigação contra Lula, após depoimento de Marcos Valério Procurador geral não comenta relato de Marcos Valério Citação de Valério é “insanidade”, diz advogado de Palocci Valério cita Lula e Palocci em novo depoimento ao MPF

A informação de que teria se separado dela por desentendimento entre o casal foi um blefe. Valério deixou a casa para preservar a família, afastando-se da mulher e dos dois filhos, confirmam os poucos amigos com quem ele ainda mantém contato. Segundo um deles, o empresário procurou um psiquiatra e vive à base de antidepressivos.

Embora com menos frequência, ele ainda vai ao escritório, em um prédio comercial no centro de Belo Horizonte. Para seu Toyota Hilux SW4 modelo 2012 na garagem e de lá não sai. Luciano, um funcionário faz-tudo, vai buscar o almoço do chefe nas proximidades. A última vez que Valério foi visto em público nas redondezas foi há cerca de um mês, em um tradicional restaurante de comida mineira que costumava frequentar, o Dona Lucinha. Estava com o filho. Ao sair do local, ouviu de um homem do outro lado da calçada: “Ladrão, filho da p…”. Cabisbaixo, apressou o passo com o menino e não mais voltou. LEIA MAIS NO ESTADO DE MINAS

Gato e dono de carro de luxo estão entre inscritos para programas sociais


Billy é um gato de sorte. Ganhou sobrenome e entrou no cadastro do Bolsa Família. O dono do bichano, Eurico Siqueira da Rosa, era o coordenador do programa na cidade de Antônio João (MS) – e incluir o nome do gato da família é uma das fraudes pelas quais ele responde em duas ações na Justiça Federal. É um exemplo das irregularidades contra o Bolsa Família no país, que incluem ainda o caso de um dono de Land Rover na Paraíba inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal. Segundo a Justiça Federal de Mato Grosso do Sul, a ação penal na qual o agora ex-coordenador do Bolsa Família em Antônio João é réu – por “inserção de dados falsos em sistema” da administração pública – está nas alegações finais de MPF e defesa. Já a ação por improbidade administrativa ainda está na fase de depoimentos. “Um agente de Saúde de Antônio João/MS (…) requereu à sra. Raquel que levasse seu filho, Billy Flores da Rosa, ao posto médico para que fosse realizada pesagem”, afirma a denúncia do MPF, ajuizada na Justiça Federal de Ponta Porã em 2009. “Para surpresa do agente, Raquel informou que Billy era seu gatinho de estimação”. Leia mais em O Globo. ( Política Livre )

Crack e álcool matando brasileiros: Culpa do Estado ?


Por Eduardo Sobral

O Brasil apresenta números consideráveis, quando o assunto é o consumo de drogas. Na atualidade já são cerca de 3.000.000,00 (três milhões) de usuários de drogas e mais de 20.000.000,00 (vinte milhões) de alcóolatras.

Para entender esses números um fator fundamental a ser considerado é o cenário geográfico em que o Brasil está inserido, vale constar que o cultivo da coca é cada vez mais crescente na América do Sul, sendo que a Colômbia, a Bolívia e o Peru juntos já apresentam uma área de mais de 200.000 hec (duzentos mil hectares) cultivada com tal planta, frisando, que é a cocaína, a matéria-prima do CRACK. Registre ainda que o Paraguai é o maior produtor mundial de maconha. E exatamente por sua posição geográfica, em especial, por fazer divisa com todos esses países produtores, o Brasil se revela, nos dias de hoje, como a principal rota de passagem da cocaína para todo o mundo.

Certamente, influenciado pela facilidade de se encontrar droga em terras canarinhas, o consumo de drogas, principalmente, do crack cresce anualmente de forma alarmente no Brasil, de modo que tal problema aflige cada vez mais um maior número de famílias, que estão literalmente em situação de desespero, primeiro, pela situação deplorável vivenciada pelos viciados e, segundo, pela ausência de políticas públicas que auxiliem o enfretamento de tal situação. Em 2011, o orçamento, quase que insignificante, para combate as drogas foi de cerca de R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões de reais). Em 2012, destinou-se para tanto um valor de quatro bilhões de reais, sendo, que inexplicavelmente, até o mês de setembro deste ano somente foram utilizadas, para questões relativas às drogas a quantia de R$ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de reais). Não podemos deixar de comentar ainda sobre o descaso com a fiscalização das nossas divisas, que perfazem um total de 16.000 km. Os postos da polícia federal estão sendo desativados, as diárias dos policiais federais sendo cortadas, sem falar no escasso número de policias federais, cerca de 1.200, responsáveis pela vigilância dessa considerável quantidade de área. A situação, de fato, é preocupante, antes as drogas se limitavam a pessoas com menos recursos financeiros, hoje, é difícil encontrarmos uma família no Brasil, seja rica ou pobre, que não tenha um usuário de drogas, especialmente, do Crack.

Em nossa cidade de Ilhéus/BA, a história não é diferente, conheço de perto a nossa realidade, pois administro o centro de recuperação resgate para vida e vivencio diariamente os problemas enfrentados pelas famílias de usuários de drogas, pelos viciados e por toda sociedade. O problema é real e precisamos de ações também concretas nessa área, o Estado tem que assumir o seu papel e tomar as medidas necessárias, indicando e enumerando as políticas públicas e, sobretudo, implementando-as. Não podemos ficar mais na teoria, para tanto, compete à sociedade despertar e cobrar do Estado, principalmente, da esfera federal AÇÕES EFETIVAS E IMEDIATAS.(presidenta Dilma com a palavra) Assim, conclamamos que sejam abertas as cortinas do palco e entre em cena um ator fundamental para o deslinde dessa história: o Estado.

Evangelista  Eduardo Sobral   (Ministério Resgate para Vida)

www.ministerioresgateparavida.com.br 

Maioria das linhas de transmissão brasileiras tem mais de 15 anos


Dos 103 mil quilômetros de linhas de transmissão existentes no país atualmente, 63 mil quilômetros têm mais de 15 anos. Os 40 mil quilômetros restantes foram construídos depois de 1997, segundo dados da Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate).

“O país tem linhas de transmissão com mais de 70 anos de operação, mas a idade das linhas não influi muito no desempenho – as linhas novas e as antigas têm aproximadamente o mesmo desempenho”, avalia o diretor executivo da Abrate, Cesar de Barros Pinto.

A idade das linhas de transmissão não é um fator relevante para o desempenho do sistema, diz também o coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro. “Se você tem um carro velho e o mantém sempre em dia, troca o óleo, ele dura muito. Se não faz nada, ele dura pouco. No caso do setor elétrico, como é uma questão estratégica, o governo olha com muita atenção, e tem critérios muito rigorosos de manutenção.”

As linhas de transmissão são essenciais para o funcionamento do Sistema Interligado Nacional (SIN), permitindo intercâmbio permanente de energia entre as regiões. Coordenado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o SIN é formado pelas empresas das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e de parte da região Norte. Apenas 3,4% da capacidade de produção de eletricidade do país estão fora do SIN, em pequenos sistemas isolados localizados principalmente na região amazônica. Clique aqui para continuar lendo

Engarrafamento no Pontal faz com que estudantes percam a prova


A cidade travou com o engarrafamento -Foto Raymundo Alencar

Choro, desespero e muita confusão. Esse foi o quadro percebido hoje em algumas unidades de ensino da zona sul que realizaram as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Um grande engarrafamento na zona sul impediu que muitas pessoas que fariam as provas chegassem a tempo.

As provas na Bahia começaram as 12h.

Os ciclos


Ontem, dia 2 de novembro, muitos voltaram seus pensamentos para os que já não mais habitam esse campo existencial. Um momento íntimo e subjetivo, onde tais pessoas buscam transmitir sentimentos positivos aos espíritos dos mortos.

Mas o termo morte vai além. Para muitos, morrer significa o fim de um ciclo, que, naturalmente acarretará no início de um outro. Um processo natural aplicado de maneira metafórica, ou não, em várias situações.

Daqui a pouco menos de dois meses um desses ciclos findará e outro se iniciará, quando o comando do Paranaguá mudará mais uma vez de mãos. O povo ilheense espera profundamente que se suceda algo que remeta ao real simbolismo de renovação que costuma ornamentar as mudanças de ciclos. O otimismo é importante nessas horas.

Então, que seja decretada a morte de tudo aquilo que por ventura esteja atravancando o desenvolvimento do município. Que seja finada a ideologia do atraso que permeia muitos segmentos da sociedade local. Extirpemos da realidade local o retrocesso, a apatia, estagnações e afins.

Definitivamente seria um bom começo.

Vazamento de óleo da Petrobras atinge praia na Bahia


A Transpetro, braço da Petrobras para transporte e logística, registrou vazamento em um duto nesta sexta-feira (2), na Bahia.

O incidente aconteceu entre o terminal da cidade de Madre de Deus, a cerca de 60 km de Salvador, e a refinaria Landulpho Alves. O produto é um diluente de óleo combustível e já atingiu algumas praias de São Francisco do Conde, município da região metropolitana da capital baiana.

A unidade onde ocorreu o vazamento é uma das primeiras de refino de petróleo do Brasil e a segunda maior em capacidade e complexidade instalada no país, de acordo com a empresa.

A Transpetro informou que as causas ainda estão sendo apuradas. “Imediatamente, equipes de contingência foram deslocadas para o local”, disse a empresa.

Cerca de 75% dos cemitérios públicos do país têm problemas ambientais e sanitários


Pouco mais de sete em cada dez cemitérios públicos brasileiros têm problemas de ordem ambiental e sanitária, de acordo com estudo do geólogo e mestre em engenharia sanitária Lezíro Marques Silva. O levantamento, concluído em 2011, reuniu dados de mais de mil cemitérios do país, entre públicos e privados. O pesquisador, que é professor da Universidade São Judas, explica que os problemas começam na superfície com a proliferação de animais vetores de doenças e continuam no subsolo com a contaminação do lençol freático.

“Se o necrochorume escapa do túmulo, ele pode entrar em contato com o lençol freático, criando uma mancha de poluição que atinge quilômetros de distância a ponto de contaminar poços e rios”, explica o geólogo. O necrochorume é um líquido formado durante a decomposição de cadáveres enterrados, similar ao gerado pelos resíduos sólidos em aterros sanitários. “Ele é rico em substâncias tóxicas como putrecina, cadaverina e alguns metais pesados”, explica.

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